Sinal de vida direto de Runeterra: contratação de peso reacende as esperanças da comunidade após o “apagão” do projeto em 2024.
Se você achava que o MMO de League of Legends tinha se perdido no Vazio após o anúncio de “reinicialização” no ano passado, pode respirar aliviado. O projeto não só continua vivo, como acaba de receber um reforço de peso vindo diretamente de Azeroth.
A Riot Games oficializou a contratação de Raymond Bartos, ex-Lead Producer de World of Warcraft, para assumir o cargo de Produtor Sênior do novo MMO. A notícia caiu como uma bomba (positiva) na comunidade, confirmando que a gigante do LoL está montando um “dream team” para tirar o jogo do papel.
O reforço que faltava?
Em uma publicação no LinkedIn nesta quinta-feira (15), Bartos confirmou sua mudança para a Riot e não escondeu a empolgação. O veterano chega com uma bagagem invejável: ele foi uma das peças-chave por trás de modos recentes e inovadores do WoW, como o battle royale Plunderstorm e os elogiados eventos Remix.
“Estou incrivelmente animado por me juntar à Riot na equipe do MMO. Desde a minha primeira conversa, fui atraído pelos valores deles… Vou reencontrar meu parceiro de longa data, Orlando Salvatore. Dado nosso histórico no WoW, tenho a sensação de que vamos avançar rápido desde o primeiro dia.” — Raymond Bartos
A menção a Orlando Salvatore é crucial. Salvatore, que também é ex-Blizzard e agora atua como gerente de engenharia no projeto da Riot, formava com Bartos a dupla responsável por trazer frescor a um jogo com 20 anos de estrada. A reunião dos dois sugere que a Riot busca exatamente isso: inovação dentro do gênero.
O contexto do “Reset”
Para quem não lembra, o cofundador da Riot, Marc ‘Tryndamere’ Merrill, confirmou em 2024 que o desenvolvimento do MMO havia sido “resetado”. A justificativa era clara: a equipe não queria criar apenas “um WoW com skin de Runeterra”, mas sim algo que evoluísse o gênero de verdade.
Desde então, o projeto entrou em modo furtivo, gerando ansiedade e rumores de cancelamento. A chegada de Bartos é a prova concreta de que o desenvolvimento está acelerando e, mais importante, que a nova direção do jogo já está definida.
O que isso muda para os jogadores?
A contratação sinaliza que a Riot não está brincando em serviço. Trazer alguém especializado em conteúdo dinâmico e experimental (como foi o Plunderstorm) pode indicar que o MMO de LoL terá um foco forte em jogabilidade emergente e menos na fórmula “theme park” tradicional que saturou o mercado.
A comunidade reagiu com um misto de alívio e hype. Nos fóruns e redes sociais, jogadores comentam que “finalmente o projeto parece real” e que a experiência de Bartos em gerenciar grandes comunidades e conteúdos vivos é exatamente o que um MMO moderno precisa para sobreviver.
Conclusão: O sonho continua
Ainda não temos data de lançamento, mas saber que o projeto está contratando lideranças desse calibre renova a fé de qualquer fã. Se a Riot conseguir canalizar a expertise de Bartos e Salvatore para o universo de Runeterra, podemos estar diante do próximo gigante do gênero.
Por enquanto, o MMO de League of Legends deixa de ser uma lenda urbana e volta a ser uma promessa tangível. E nós estaremos de olho em cada passo.
Fonte: PCGamesN



