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Path of Exile 2 receberá nova classe Druida em 12 de dezembro

O universo de Path of Exile 2 vai ficar ainda mais turbulento em dezembro. A expansão The Last of the Druids chega no dia 12 de dezembro, trazendo uma das classes mais pedidas pela comunidade, uma nova mecânica de liga e até um chefe final inédito — tudo embalado por uma dose generosa de misticismo selvagem.

A revelação movimentou jogadores de longa data, que há meses acompanham o desenvolvimento do game da Grinding Gear Games, especialmente após a série de demonstrações que reforçaram a mudança de tom e escala do RPG de ação. Agora, com o destaque no Druida, a expansão acerta em cheio na fantasia primal que sempre rondou Wraeclast.

No centro da atualização está o novo conjurador elemental capaz de assumir formas animalescas. O Druida alterna entre a postura humana — focada em cajados mágicos e controle da natureza — e transformações brutais que mudam completamente o ritmo de combate. Os jogadores perceberam que a sinergia entre as habilidades humanas e a forma animal cria um fluxo agressivo e dinâmico, reforçando o estilo híbrido que o estúdio prometia.

Os Talismãs Sagrados, um novo tipo de arma, ampliam esse papel ao servir como canalizadores do poder de Draíocht, abrindo portas para ataques que fazem o cenário reagir: vulcões surgem do chão, raízes aprisionam inimigos e tempestades devastam hordas inteiras. O curioso é que muitas dessas magias ganham ainda mais força quando usadas como suporte para as transformações.

A expansão destaca três formas principais: o Lobo, veloz e guiado pela Lua; o Urso, uma muralha de força bruta que acumula fúria para golpes ainda mais violentos; e a Serpe, criatura dracônica rara em Wraeclast, capaz de lançar rajadas flamejantes e invocar explosões elétricas após devorar seus inimigos.

A comunidade comentou especialmente sobre o impacto das duas novas ascendências: o Xamã, que transforma a própria fúria em cataclismos elementais, e o Oráculo, focado em manipulação temporal, antecipação de movimentos e passivas de realidades alternativas. Jogadores veteranos consideraram essas propostas entre as mais criativas já apresentadas no jogo.

Além das classes, o update resgata um dos cenários mais icônicos da história de Path of Exile: o templo dourado de Atziri, agora no auge do Império Vaal. A narrativa chama atenção por revisitar a rainha em seu poder máximo, cercada de arquitetos reais e seguidores fanáticos, reforçando o tom de tragédia que sempre marcou a personagem. A comunidade já especula como essa nova linha do tempo pode afetar o endgame.

No lado mais técnico, chegam mais de 30 novas gemas de reforço, mudanças de equilíbrio em todas as classes, reformulação de inúmeros itens únicos e melhorias gerais no conteúdo final. Essa leva de ajustes sugere que a Grinding Gear pretende redefinir a base do meta antes do lançamento global.

Para os jogadores, a novidade representa uma expansão com peso real: novo estilo de classe, narrativa revisitada, liga inédita que permite criar sua própria masmorra e um novo chefe final que promete testar até builds veteranas. A impressão geral é de que The Last of the Druids pode se tornar um dos patches mais marcantes do ciclo de lançamento de Path of Exile 2.

No fim das contas, a atualização reforça o que muitos já comentavam: Path of Exile 2 está deixando de ser apenas uma “continuação espiritual” e começa a assumir identidade própria — mais ousada, mais mística e com ambições de longo prazo. Dezembro deve marcar um dos lançamentos mais vibrantes do ano para fãs de ARPG.

Fonte: Steeam

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