A Visionary Realms surpreendeu a comunidade de Pantheon: Rise of the Fallen ao apresentar oficialmente o sistema de Montarias e Taming, um dos recursos mais aguardados pelos jogadores que acompanham o desenvolvimento do MMORPG. A novidade promete mexer diretamente no ritmo de exploração do mundo de Terminus, trazendo criaturas únicas, progressão própria e uma camada de tensão que já está movimentando discussões entre veteranos e novatos.
A ideia por trás do sistema é simples, mas poderosa: transformar cada jornada — de Avendyr’s Pass a Wild’s End — em algo mais orgânico, vivo e imprevisível. No lugar de comprar uma montaria em um estábulo, os jogadores poderão encontrar criaturas vivendo em seus habitats naturais e tentar domá-las, criando histórias únicas ao longo do caminho.
Um sistema pensado como pilar do jogo

Segundo o diretor criativo Chris “Joppa” Perkins, o sistema não é um extra tardio, mas um componente fundamental do design de Pantheon. A proposta é oferecer uma progressão paralela ao combate, construída em torno de taming, coleta, estatísticas variadas e raridades que vão de Common até Mythic.
Na fase inicial, apenas cavalos selvagens poderão ser domados, mas cada exemplar carrega seus próprios atributos — Speed, Endurance, Recovery, Stability, Brawn e Will — além de variações de raridade e até anomalias estatísticas. Dois cavalos da mesma tier podem ser completamente diferentes, o que já está gerando expectativa entre jogadores focados em colecionar criaturas raras.
Domar exige habilidade — e coragem
A comunidade reagiu com entusiasmo ao descobrir que o processo de domesticação não será trivial. O jogador precisa atingir o nível 20, desbloquear a habilidade Tame Mount, aproximar-se da criatura e iniciar um canal de 10 segundos enquanto ela se torna hostil. O teste de dificuldade compara o nível de Taming do jogador com o Will do animal, criando situações tensas e imprevisíveis.
Muitos jogadores comentaram nas redes que gostaram da mecânica de falha com fuga instantânea do animal — uma camada de risco que reforça o caráter “hardcore” que o MMORPG sempre prometeu.
Itens de “bait”, como a maçã suculenta usada para atrair cavalos, também entraram no debate: crafters e exploradores já analisam como isso poderá fortalecer a economia e criar novos papéis sociais dentro do jogo.
Estábulos trazem estratégia e perigo
Após o sucesso da domesticação, o jogador precisa registrar a montaria em um Stable Master. Se morrer, teleportar ou entrar em locais proibidos antes disso, o animal é perdido para sempre. Esse detalhe virou destaque nos fóruns: alguns viram como um fator “old school” que dá peso às conquistas; outros temem frustrações desnecessárias com criaturas míticas extremamente raras.
A escolha de uma Active Mount também só pode ser feita nos estábulos, reforçando a ideia de que montarias são recursos estratégicos, e não apenas veículos rápidos.
O impacto para o futuro de Terminus
A revelação acendeu debates sobre como as montarias vão moldar a exploração, o pacing e até o level design das regiões futuras. A equipe explica que lançar o sistema agora evita retrabalho de zonas inteiras e garante que criaturas domáveis se tornem parte natural do ecossistema.
Para os jogadores, isso significa que novos biomas, rotas e criaturas exóticas já nascerão pensados com domesticação em mente. E com planos para novos tipos de montarias, equipamentos, variações cosméticas, troca entre jogadores e até diferenças entre machos e fêmeas, o sistema deve crescer para se tornar uma das colunas centrais do MMORPG.
A chegada de Mounts & Taming marca um momento importante para Pantheon. O recurso não apenas amplia a imersão, mas reforça a identidade de um jogo que aposta em risco, descoberta e histórias pessoais. Se a implementação acompanhar a visão apresentada, essa pode ser a atualização que finalmente transforma viajar por Terminus em uma aventura tão memorável quanto enfrentar suas masmorras.
Fonte: https://pantheonmmo.com/



