Dune: Awakening segue surpreendendo a comunidade com seu conceito ousado e sistema multiplayer em larga escala. Após a fase beta voltada à imprensa e criadores de conteúdo, muitos players ficaram com dúvidas sobre o verdadeiro escopo do título — especialmente no que diz respeito à estrutura dos servidores e mecânicas online. Em comunicado recente, a Funcom esclareceu como o jogo funciona, destacando a fusão entre sobrevivência, construção, mundo aberto e interação entre centenas de jogadores em um mesmo ecossistema dinâmico.
Ao contrário do que o rótulo “MMO” costuma sugerir, o título não segue a fórmula clássica do gênero. O foco está em sistemas de sobrevivência e crafting detalhados, com desafios ambientais como tempestades de areia, radiação e a constante necessidade de hidratação. Ainda assim, o game vai além do habitual, com uma estrutura de servidores interligados por “mundos” compostos de pelo menos 20 servidores. O jogador começa na Bacia de Hagga — uma área persistente com até 40 pessoas simultaneamente, mas capaz de comportar centenas ao longo do dia. De lá, pode visitar outras regiões como centrais sociais e o Deserto Profundo, este último voltado ao PvP e exploração intensa, com eventos e ciclos dinâmicos.
A proposta da Funcom visa superar limitações técnicas comuns em jogos de sobrevivência. O uso do Mapa do Planeta permite transitar entre mapas sem perder progresso, e o Mercado global facilita negociações entre jogadores de diferentes servidores. Além disso, a equipe garantiu que haverá suporte robusto para evitar sobrecarga — incluindo filas automatizadas para login e servidores localizados em várias regiões do mundo. Embora modos offline ou servidores privados não estejam disponíveis no lançamento, está previsto que tais opções sejam implementadas futuramente, mantendo a proposta de uma experiência massiva, mas com espaço para grupos fechados.



