O icônico MMORPG baseado em turnos Dofus atravessa um momento delicado, após o criador do título, Tot, admitir publicamente as dificuldades em entregar uma versão estável. Em meio às críticas, a comunidade expressa frustração com a quantidade de projetos paralelos da Ankama, enquanto o MMORPG principal luta para receber atualizações consistentes. Comentários nas redes sociais apontam que, mesmo com dividendos de cerca de 10 milhões sendo distribuídos, a companhia parece incapaz de resolver os problemas básicos do jogo.
Entre as principais reclamações, players destacam a insatisfação com o lançamento frequente de Battle Passes em outros produtos da empresa, como Waven, enquanto o próprio Dofus ainda parece inacabado. Muitos pedem que a desenvolvedora foque exclusivamente no MMORPG, aproveitando o lore vasto já existente. Além disso, críticas severas são direcionadas à gestão dos recursos humanos, sugerindo que seria necessário revisar os perfis da equipe e investir em devs mais experientes.
As sugestões da comunidade são claras: aumentar os salários dos desenvolvedores, parar de terceirizar parte do desenvolvimento e testar internamente os conteúdos antes do lançamento. Para muitos, a solução seria criar uma versão retro do título, usando motores modernos como Unity ou Godot, sob liderança técnica mais capacitada. A cobrança dos jogadores mostra que o carinho pelo universo do MMORPG permanece forte — o que falta agora é uma resposta concreta da empresa.



