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MMORPG para meninas, Star Stable Online, é acusado de violar leis de consumo na Europa

Star Stable Online entrou na mira da Comissão Europeia após denúncias envolvendo práticas comerciais voltadas para crianças. O caso teve início com uma queixa da Associação Sueca de Proteção ao Consumidor, que levou à abertura de uma medida de execução coordenada entre autoridades de defesa do consumidor da União Europeia. A desenvolvedora, Star Stable AB, foi solicitada a esclarecer seus métodos de monetização e, após análise das informações fornecidas, as autoridades apontaram violações às leis de proteção ao consumidor, destacando riscos específicos para o público infantil.

Pois é, segundo o relatório, o funcionamento atual do título inclui elementos considerados prejudiciais: anúncios direcionados diretamente às crianças com incentivo à compra de moedas virtuais, uso de técnicas de urgência como “ofertas por tempo limitado” para pressionar decisões de compra e ausência de informações claras sobre o uso e custo dos itens adquiridos. Além disso, a empresa não assegura que influenciadores digitais identifiquem seu conteúdo como publicidade, o que pode afetar o julgamento do público mais jovem.

A Comissão Europeia destacou sete critérios fundamentais que deverão ser seguidos por empresas que vendem moedas virtuais em títulos online. Entre eles: transparência nos preços, proibição de práticas que ocultem custos ou forcem compras dentro do título, e respeito às vulnerabilidades dos consumidores, especialmente crianças. A Star Stable AB tem agora um mês para apresentar uma resposta e se comprometer com o cumprimento dessas exigências.

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